Edmílson, pentacampeão mundial com o Brasil em 2002, expressou sua tristeza com os desfalques para a Copa do Mundo de 2026. Atualmente gestor da Confederação Brasileira de Futebol, ele entende a frustração de ficar de fora de um Mundial e considera os cortes como fatalidades.
Em 2006, Edmílson foi convocado por Carlos Parreira para a Copa da Alemanha, mas não pôde participar devido a uma lesão. Ele também se lembra dos cortes de Romário em 1998 e Émerson em 2002. Nomes como Éder Militão e Rodrygo, cotados para integrar a seleção brasileira, estão fora por causa de lesões.
Segundo Edmílson, os jogadores se preparam por anos para jogar uma Copa do Mundo e acabam ficando fora, o que ele considera uma fatalidade. Rodrygo sofreu uma lesão no joelho e perderá a Copa do Mundo de 2026, enquanto Éder Militão passou por uma cirurgia e estará fora dos gramados por cerca de cinco ou seis meses.
Outra situação que preocupa a CBF é a de Estêvão, que lesionou a coxa direita e pode ter uma ruptura quase total. Edmílson acredita que o Brasil sempre chega forte a uma Copa do Mundo, mas reconhece que há seleções mais favoritas, como a França.
Ele também comentou sobre a convocação de Neymar para a Copa, dizendo que o jogador é talentoso e tem um mês para demonstrar que está bem em forma. Edmílson acredita que com Neymar na Copa do Mundo, o Brasil tem uma boa oportunidade de ser hexacampeão.
A convocação oficial do técnico Carlos Ancelotti está marcada para o dia 18 de maio, e o Brasil estreia na Copa do Mundo contra Marrocos no dia 13 de junho. Antes disso, o Brasil enfrentará o Panamá e o Egito em amistosos preparatórios. Edmílson acredita que o Brasil está preparado para enfrentar as dificuldades e pode fazer uma boa Copa do Mundo com o que tem.
Entrevista com Edmílson, ex-zagueiro campeão mundial com a Seleção





