O rebaixamento do CSA na Série C serve de alerta para outras equipes no futebol nacional. A equipe alagoana, que chegou a vislumbrar a classificação, viu suas chances desmoronarem na última rodada da primeira fase.
Com apenas 0,87% de probabilidade de queda antes da partida contra o Brusque, o CSA dependia de uma combinação improvável de resultados para evitar o descenso. No entanto, Maringá, Anápolis e Itabaiana venceram seus compromissos, selando o destino do clube alagoano.
A situação se agravou com a expulsão do goleiro do ABC no jogo contra o Itabaiana, um lance que aumentou o desespero da torcida azulina. A equipe, que já havia perdido fôlego em agosto com uma sequência de derrotas e empates, acabou rebaixada com 22 pontos, apenas uma vitória a menos que o Itabaiana, o primeiro time fora da zona de rebaixamento.
A ironia é que, segundo estatísticas, o CSA tinha mais chances de se classificar para a próxima fase do que de cair. A então presidente do clube, inclusive, chegou a declarar que o risco de rebaixamento era inexistente, dez dias antes da confirmação da queda.
No Campeonato Brasileiro da Série A, a luta contra o rebaixamento também é acirrada, com várias equipes buscando escapar da degola. Em 2009, o Fluminense protagonizou uma reação improvável, escapando de um rebaixamento quase certo.
CSA perde para o Brusque e é rebaixado para a Série D






