A anulação do cartão vermelho de Plata, do Flamengo, antes do jogo decisivo contra o Estudiantes pela Libertadores, reacende o debate sobre decisões da Conmebol. Embora incomum, a reversão de cartões já ocorreu, nem sempre com sucesso.
Em 2014, Romagnoli, do San Lorenzo, teve a expulsão anulada após simulação de Marcelo Moreno, do Cruzeiro. O clube argentino pôde contar com o jogador na semifinal.
Dois anos depois, o São Paulo não obteve sucesso ao tentar anular a expulsão de Calleri, envolvido em confusão contra o The Strongest.
Em 2017, o Grêmio também falhou na tentativa de liberar Kannemann, suspenso por cartão amarelo na final contra o Lanús.
Em 2018, Dedé, do Cruzeiro, teve o cartão vermelho revertido após choque com o goleiro Andrada, do Boca Juniors. A Conmebol considerou o lance acidental.
Em 2023, Matheus Araújo, do Corinthians, teve a suspensão retirada após expulsão em confusão contra o Universitario. A punição foi transferida para o goleiro Matheus Donelli.
Recentemente, Plata, do Flamengo, teve o cartão anulado após erro de arbitragem no jogo contra o Estudiantes. O VAR reconheceu a falha, e a Conmebol acatou o recurso do clube carioca.
Belle sobre o caso Plata: “A grande questão é o precedente que se abre”






