O Londrina Esporte Clube identificou suspeitos envolvidos em incidentes ocorridos após a partida contra o Floresta, válida pela Série C, no Estádio do Café. Após analisar imagens, o clube comunicou que registrará boletim de ocorrência e encaminhará as informações às autoridades para as devidas providências legais.
A confusão teve início quando um grupo de torcedores se dirigiu a um acesso ao vestiário do Londrina, onde o volante Alison foi agredido. A Polícia Militar interveio com tiros de bala de borracha, atingindo membros da comissão técnica e outros torcedores.
O Londrina manifestou repúdio aos eventos, ressaltando que a ação de um pequeno grupo não reflete o comportamento da maioria dos torcedores. O clube também criticou a atuação da Polícia Militar, classificando-a como equivocada, tardia e desproporcional. O preparador físico Guilherme Strass e o analista de desempenho Breno Barbosa foram atingidos por balas de borracha, mas passam bem.
A Polícia Militar informou a abertura de uma sindicância para apurar a conduta dos policiais. Ninguém foi preso. O comandante do 5º Batalhão da Polícia Militar declarou que a utilização do Estádio do Café para futuros jogos será reavaliada, assim como medidas contra os torcedores envolvidos e a torcida organizada Falange Azul. Esta, por sua vez, negou envolvimento nos incidentes.
O Londrina, que disputa o quadrangular final da Série C, volta a jogar no Estádio do Café contra o Caxias no sábado. O clube divulgou nota lamentando o ocorrido e reafirmando o foco no acesso.
Confusão entre torcida do Londrina e PM termina com feridos no VDG






